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A verdadeira economia é fazer uma vez bem feito.
Especialistas falam de soluções para monitoramento
segunda-feira, 31 de outubro de 2011 - 19:31

Como encontrar o sistema para o monitoramento de imagens, diante de soluções presentes no mercado de segurança? Para ajudar a responder essas pergunta, o jornal ouviu alguns especialistas do Para eles, antes de pensar em investir em infraestrutura, e software para monitoramento, é necessário saber o real objetivo do projeto e quais osresultados esperados acordo com o coordenador do Grupo de Estudos Técnicos de Segurança (GETS), Ronaldo Elias Pena, há uma tendência de mercado de sempre dizer que devido à alta tecnologia de hoje, determinadas tecnologias de cinco a dez anos estão obsoletas. “Isso não é verdade e depende de cada caso. Existem parques tecnológicos híbridos com diversos equipamentos que funcionam muito bem com as tecnologias atuais. Depende para qual aplicação e finalidade os sistemas de CFTV serão aplicados”, afirma o especialista que diz ser claro também que, se o usuário for compor um sistema novo, é importante usar as tecnologias atuais disponíveis no mercado. Para Pena, os melhores produtos são aqueles mais consolidados no mercado, que ofereçam assistência on-site ou offideal site, garantias de reposição, tecnologia procedente e sistêmica (upgrades), processos de P&D, e que estejam em ampla participação com o desenvolvimento de serviços. “Há inúmeras empresas fornecedoras, os softwares bem como os equipamentos são de extrema importância, principalmente aqueles com inteligência artificial embarcada.

Sua aplicação depende de cada necessidade.

Existem bons softwares nacionais e estrangeiros que atendem várias demandas. Os melhores são aqueles de protocolo aberto e possíveis de interação e desenvolvimento de acordo com cada processo”, afirma. Na opinião do diretor de marketing da Associação Brasileira da Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Oswaldo Oggiam, o mercado de segurança passa por uma grande transformação e muitas empresas que realizavam apenas o monitoramento de alarmes, começam a oferecer monitoramento de imagens. “É necessário saber que, no caso de imagem, o processo de transmissão, recepção de sinal, largura de banda e alimentação do sistema, interferem diretamente na qualidade e no funcionamento dos recursos oferecidos pelos sistemas de monitoramento”. Quanto aos softwares para monitoramento de imagens, Oggiam diz ser possível encontrar diversas marcas no mercado. “Tudo o que existe de melhor no mundo também podemos encontrar aqui, o que mais pesa na qualidade desse trabalho são os meios de transmissão”. O especialista acredita que nos próximos dois anos muitas das deficiências que hoje existem no tratamento de imagens, como a falta de banda adequada e o armazenamento eficiente, tendem a melhorar. “Tudo ainda está no começo. Falta investimentos e isso deve acontecer nos próximos anos, principalmente porque as novas tecnologias também vão proporcionar maior economia nos processos de tráfego e transmissão de imagens”, afirma. Na Abese, Oggiam conta que há câmaras setoriais que discutem a questão do monitoramento de imagens e sinais, “Hoje o monitoramento de imagem é o grande desafio para as centrais de monitoramento e uma das questões que será aborda no CIS (Congresso Internacional de Segurança), realizado pela Abese, nos dias 24 e 25 de novembro”, conta. Segundo o gerente de Segurança Corporativa da Embratel, Raymundo Baptista, a primeira preocupação ao estruturar um sistema de monitoramento de imagens é com a informação visual que se pretende obter. “Depois é necessário pensar no armazenamento e tratamento dessa informação, para depois definir qual o serviço ou produto que vou precisar”, afirma. Quando aos softwares, Baptista faz uma comparação com automóveis novos. “Há vários no mercado e todos são bons, porém a diferença será a assistência técnica, a economia no consumo e a funcionalidade dos acessórios instalados”. No caso dos softwares, ele diz ser necessário, além de pedir uma relação de usuários que já usam o sistema, visitar alguns deles e conhecer a relação do integrador com o fabricante. “Lembre-se que um bom suporte faz toda a diferença”, diz Baptista.

(Jornal Seg News/SP – Out.11 pg 24)

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